Um pouco sobre vinhos naturebas e a feira da Enoteca Saint Vin Saint

Um pouco sobre vinhos naturebas e a feira da Enoteca Saint Vin Saint

Primeiramente, meus agradecimentos a Lis Cereja e Ramatis por abrirem as “portas” da sua casa para nos receber.

Em se tratando de vinhos “naturebas” confesso que estou em um grande aprendizado. Sim porque os vinhos fogem a qualquer regra pré-estabelecidas, trazendo sabores e aromas inusitados, ou mesmo inimagináveis.

Não vou discutir o gosto pessoal, mas sim a oportunidade de poder estabelecer novos critérios ou observar novas (ou antigas) formas de se fazer vinhos.

Como citei em alguns posts passados tanto sobre a biodinâmica, como sobre o movimento Slow (Vide links no final deste post,) se busca hoje a parte natural ou a essência das coisas, de uma forma cada vez mais voltada aos nossos registros passados, de uma vida plena e cheia de referências originais.

Neste sentido o homem caminha para os produtos cada vez mais “originais”, ou seja, sem a adição de conservantes ou qualquer outro tipo de coisa que interfira no resultado final, mudando a essência da criação do produto.

É sabido que a palavra que norteia todo este processo é a busca pela saúde, pelo saudável, ou a preservação dos bons hábitos, das coisas da terra, do cuidado com o plantio minucioso e sem grandes escalas de produção, trazendo o homem para mais perto da natureza, dos sabores verdadeiros e originais, fora da industrialização.

Claro, como todo movimento, sempre haverá defensores de ambos os lados da mesa. O capitalismo pressupõe alta produção e lucro. Vinhos de garagem, por exemplo, pressupõem baixa produção e antes de tudo, novas experiências e anseios pessoais realizados, inclusive com o direcionamento a públicos bem específicos, e nem por isso, menos exigentes.

Leia todo o conteúdo no link http://vinhodosanjos.com.br/tag/eduardo-zenker/ 

 

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